23/10/2015

(Resenha) A Primeira Carta - Erivaldo Manoel


Wendel Stuart, com seus 15 anos de idade, recebe um convite para ser ajudante S.O.S. na África, a intenção era ficar apenas 1 mês lá, mas nada é como o planejado. Passam-se cinco anos sem que Dill Vorantin, seu amor de infância, tenha alguma notícia dele, até que ela recebe uma carta, a primeira carta. Paralelo ao romance, tem um suspense policial, para dar uma eletrizada na história. O mistério está em volta da morte de Miranda, mãe de Katrina e William, amigos de infância dos protagonistas. 

Escrito em primeira pessoa, a partir do capítulo dois (página 18), mergulhamos em um longo flashback, mergulhamos nas memórias de Dill. Ao longo dessa retrospectiva, nos é apresentado como esse romance surgiu, como ele se desenvolveu ao longo dos anos e como, diante de situações difíceis, a protagonista amadureceu. Quando comecei a ler o flashback, pensei que só alguns capítulos seriam destinados para essa retrospectiva, mas estava completamente enganada. 

A retrospectiva vai desde a infância dos dois, passando pela pré-adolescência, adolescência e chegando à juventude. Amei a sensação de ser levada para a pré-adolescência... O caderno com cheiro de moranguinho, amores eternos que não duram uma semana e etc. Tendo a idade dos personagens como base, classificaria A Primeira Carta como um livro teen, no entanto a história é madura demais para ter essa classificação, ela vai além de um romance adolescente. Teen, infantil, adulto: rótulos. O que temos aqui é uma bela história e ponto final.

Dill é só uma garota sem muitas preocupações com a vida, mas ao longo da história ela amadurece de uma forma impressionante. Todo esse processo começa com a morte do pai, que desestabiliza a mãe, uma mulher bem infantil (infantil mesmo), mas que também irá crescer, irá aprender a ser adulta com a própria filha. A protagonista passa por uma fase bem dark, sombria mesmo, comete erros bem idiotas, só que ela não fica presa em seu quarto, lamentando o que fez, Dill aprende com seus erros e dá a volta por cima. Amei essa personagem, ela é forte e possui uma coragem que eu nunca teria, às vezes, essa coragem faz com que ela cometa erros, pois ela não pensa muito nos “e se”. “E se der errado?”, “E se eu estiver fazendo uma burrada?”. Ter coragem é uma coisa boa, mas coragem aliada ao bom senso é uma coisa melhor ainda. Apeguei-me a todos os personagens, não só a Dill, todos são bem trabalhados e explorados. Amei os avôs da Dill, elas são tão "cabeça aberta"...

A escrita do Erivaldo tem uma poeticidade, sem parecer algo forçado. A beleza das palavras faz parte da história, dos personagens. Durante a leitura desse livro, minha melhor amiga fez aniversário, dei uma carta enorme a ela como presente, coloquei diversas frases dessa obra nela, por isso A Primeira Carta é, agora, um livro especial para mim.

Mesmo estando muito preocupada com as provas da faculdade, consegui mergulhar na história, esquecer de tudo. O autor conseguiu me envolver logo no início do livro, com suas palavras carregadas de poesia. Por alguns dias A Primeira Carta foi minha válvula de escape.

Via a capa desse livro só pelo computador e achava linda, porém quando vi pessoalmente, achei mais linda ainda. A capa “casa” perfeitamente com a história, dou meus parabéns ao responsável pela capa. Ah, as folhas são amarelinhas, do jeito que nós, leitores, amamos. Há alguns desvios gramaticais e erros de digitações, nada que prejudique o entendimento da obra. Não gostei do longo espaço usado para separar os parágrafos, ficou visualmente feio. Outra coisa que não me agradou foi os nomes e sobrenomes dos personagens. Eles são estrangeirados demais para pessoas que moram em Santa Luzia (São Paulo) foi pouco verossímil. 

A primeira coisa que falei quando terminei esse livro foi: “Meu Deus, isso é tão lindo”. Não vou mentir, Erivaldo me fez suar pelos olhos com essa história. 

Um abraço e leiam A Primeira Carta. Até outra hora! 

FICHA TÉCNICA
Sinopse: Dill Vorantin, é da cidade de Santa Luzia, localizada em São Paulo, filha de Aranne Vorantin e Viatri Vorantin. Aprender a superar desafios é um dos pontos chave do enredo, onde o amor (das diversas formas) mostra que é força inquestionável para superar as barreiras do impossível, o que move Dill a continuar seguindo seus objetivos, ainda que muitas correntes opostas se ergam contra seu sucesso. A paixão, a fé e a esperança em reencontrar o amado Wendel Stuart, guiará a jovem através das surpresas da vida, ajudando-a em seu amadurecimento como pessoa, filha, neta e mulher apaixonada. A história visa mostrar ao leitor possibilidades de se ter otimismo diante de situações desesperadoras e um olhar para os problemas enfrentados na vida, através de sentimentos escondidos nas coisas mais simples e não percebidas no dia-a-dia. Paralelo ao romance, também temos certo suspense policial diante as investigações do detetive Stevens sobre o assassinato de Miranda Sevan, mãe dos amigos próximos de Dill Vorantin – William e Katrina. Viva a expectativa de amar, apaixonar-se, confundir-se e por vezes perder-se no universo, onde palavras são insuficientes para descrever o sentimento mais confuso e complexo de todos os humanos. O amor.

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Título: A Primeira Carta
Subtítulo: Amar por paixão, é ilusão
Autor:  Erivaldo Manoel
225 páginas
Editora: O Tordo Editorial
ISBN: 978-85-68920-00-8
Edição: 1
Ano: 2015
Gênero: Romance/Drama
Compre: O Tordo Editorial (Site da editora)


ERIVALDO MANOEL nasceu na cidade de Mauá, estado de São Paulo, no ano de 1992. Atualmente estuda pedagogia na faculdade UNIESP/FAMA. Passou por várias provas em sua vida, entretanto, segundo próprio autor, a que mais lhe causa orgulho em ter superado foi o câncer que teve na garganta, mas foi curado por Deus. Realizou serviço voluntário na biblioteca pública Cecília Meireles (Em Mauá), para cumprir o contrato com a faculdade, precisou mudar de instituição devido a distância de sua casa, e entrou para uma Associação de bairro na qual, ainda realiza as atividades voluntárias (auxílio a instituição a atender a comunidade carente). Trabalhou na Escola Municipal Cra Coralina lecionando a disciplina de fotografia no Programa Mais Educação e no mês de setembro transferiu-se para a Escola Estadual Marlene Camargo Ribeiro, lecionando alfabetização e letramento para alunos do 9º ano, através do mesmo programa. A Primeira Carta é o seu primeiro livro. Ama escrever e ler. "É realmente fascinante o mundo que podemos construir com as palavras".

ENCONTRE O AUTOR: Facebook / Blog / Site Fanpage

19/10/2015

(Resenha) Reescrevendo Sonhos - Marcia Dantas


Após um acontecimento trágico na vida de Luciana Monteiro, a escritora encontra-se em um intenso bloqueio criativo. Quase sempre a escritora sonha com uma mulher ruiva e completamente desconhecida, o que lhe dá impulso necessário para começar sua mais nova obra, usando esses sonhos estranhos como enredo. Só que a autora não consegue dar um desfecho para a sua história, ou seja, o bloqueio volta a assolar a vida de Luciana. 

Após a tragédia, seus livros passam a ganhar notoriedade no meio literário. Visando lucrar com o repentino sucesso, a editora que publica suas obras, Palavra Mágica, envia uma agente para auxiliar Luciana a terminar esse mais novo livro, ou seja, quebrar o bloqueio criativo. O que Luciana não esperava é que Bárbara, a agente, seja a mulher que sempre aparece em seus sonhos. E é então que aparece o grande mistério: afinal, por que o rosto de Bárbara é tão familiar para Luciana? Por que sonhar com uma estranha? 
Os leitores às vezes menosprezam o poder que têm quando tomam uma obra na ponta dos seus dedos e a consomem com afã, declarando depois as horas agradáveis que passaram na companhia daqueles personagens e suas histórias. Cada vez que um leitor afirma seu amor por uma história, é como se fosse capaz de pulsar nova vida através das veias do escritor. (Página 55)
Reescrevendo Sonhos é escrito em terceira pessoa, o que nos dá uma visão bem ampla da história e o texto é escrito de uma forma que você imagina a cena ocorrendo diante de seus olhos, sem usar longas descrições. Elas são concisas, mas faz com que imaginemos cada aspecto da cena.

Falando em escrita, vou falar de algo que chamou minha atenção negativamente: a editora que publicou a primeira edição de Reescrevendo Sonhos, a Novo Romance (que inclusive faliu e fechou), colocou a classificação indicativa para maiores de 16 anos, pois contém linguagem imprópria... Preciso me acalmar... Linguagem imprópria? Sinceramente, não entendi isso. A linguagem da obra possui certo requinte, quer dizer, também não foi preciso ler com um dicionário ao lado. Espero que essa classificação completamente ilógica não tenha a ver com o fato de o livro contar a história de amor de duas mulheres. Só espero...

Luciana foi uma personagem muito bem explorada. Lendo as últimas páginas, sentia como se a conhecesse. Obviamente, senti uma conexão com a protagonista, pois também escrevo, isto é, entendo suas manias malucas e o quanto um bloqueio criativo pode afligir um escritor. Mesmo a escrita sendo em terceira pessoa, consegui sentir toda a dor que a personagem sentia (não literalmente rs), o estado de espírito das duas, Bárbara e Luciana, era sempre muito bem descrito. A Luciana é dona de um sarcasmo sem igual, suas conversas com seu analista são as melhores. Amava suas respostas e pensamentos irônicos, eram bem divertidos e tiravam o clima pesado de tristeza que poderia envolver as suas consultas. 

A Bárbara poderia ter sido um pouco mais explorada, gostaria de saber mais sobre o seu passado e o que ela realmente estava procurando. Ela deveria ser o oposto de Luciana, mas no fim as duas se pareciam bastante. Bárbara parece ser uma rocha, mas no fundo tem suas inseguranças; parece ser muito racional, porém é movida pela paixão por seu trabalho. As duas possuem suas inseguranças e amam seus trabalhos de uma forma exagerada.
Quando se conhece alguém tão especial, perdendo em seguida, teme-se que a felicidade seja só um produto para enganar os tolos nas datas festivas. (Página 109) 
O mistério acerca dos sonhos de Luciana é deixado de lado em alguns momentos, pois a curiosidade da escritora em saber qual o verdadeiro significado daqueles sonhos é substituída por algo que cresce a cada dia, a cada conversa no apartamento da escritora, a cada dia que Bárbara chega com uma nova ideia para quebrar seu bloqueio criativo. Uma nova conexão surge entre as duas, algo bem mais forte que uma curiosidade: o amor. 

O romance que irá se desenrolar entre as duas é algo muito lindo e verossímil. Bárbara e Luciana passam muito tempo juntas, conversando sobre diversas coisas, não só o trabalho. O romance que surge não é aquela coisa louca e desesperada que vemos nos filmes e livros do tipo: “meu Deus, como eu amo essa pessoa completamente desconhecida, vai ser o amor da minha vida”. É algo real, que simplesmente acontece porque tem que acontecer, porque elas são, digamos, compatíveis. 

Terminei de ler esse livro há um tempinho, mas não estava conseguindo resenhá-lo, tenho uma enorme dificuldade de resenhar livros que gostei muito. Reescrevendo Sonhos é, com certeza, um dos livros que mais gostei de ter lido, não sei se consegui expressar o quanto essa obra me cativou e o quanto sou fã da escrita da Márcia, só peço uma coisa a vocês: leiam esse livro. Sério. 

Reescrevendo sonhos é um livro que fala de recomeço, de como devemos aceitar que tudo na vida tem um fim, devemos aceitar o “the end” e partir para outra. Mas acima de tudo, a obra nos traz uma mensagem de que o processo de superação pode ser doloroso, porém no final ele faz-se necessário, pois nos torna forte e completamente prontos para algo novo.

Nem preciso dizer o quanto achei essa capa bonita e o quanto ela tem a ver com a história. Imaginei Luciana exatamente como a modelo da capa (que achei parecida com a Adèle do filme Azul é a cor mais quente). A fonte é agradável e as folhas são amarelas. Cada primeira folha de um capítulo possui uma moldura linda. A revisão está ótima.


Tirei essa foto de noite, desculpem a qualidade
Sabe a tal da ressaca literária? Pois é... E estou em um desafio literário. Se eu não conseguir cumpri-lo, a culpada será a Marcia. Comprei Reescrevendo Sonhos ainda na pré-venda, e não me arrependo nem um pouco, precisava ter esse livro na minha estante. Olha só isto: 

Como a Editora Novo Romance fechou as portas, agora vocês só podem comprar pela Amazon, na versão digital. A autora está trabalhando em uma publicação independente, vamos ver o que vem por aí.

Por fim, recomendo a leitura, é um dos melhores livros que já li. Tá esperando o quê? Vai lá comprar o seu exemplar (risos).

FICHA TÉCNICA
Sinopse: Luciana sempre soube da capacidade de sua mente de criar boas histórias para os seus livros, mas jamais poderia imaginar que também poderiam surgir sonhos tão fora do comum. A escritora, que encontrou a prisão de uma crise criativa depois de uma tragédia vivida, viu nos sonhos com o rosto de uma mulher desconhecida o impulso que precisava para começar um novo livro. No entanto, a ausência de respostas para a origem da misteriosa alucinação acabou não permitindo que a história encontrasse um desfecho adequado. O que ela não poderia esperar era que a ajuda viria de Bárbara, uma pessoa enviada especialmente pela editora, cuja semelhança assustadora com a pessoa de seus sonhos fez com que as perguntas sobre os mistérios de sua mente ficassem ainda mais complexas e intrigantes. Reescrevendo Sonhos é uma história sobre barreiras que são impostas por nós mesmos. E como a mente, um lugar realmente misterioso, pode revelar mais respostas que podemos imaginar.
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Título: Reescrevendo Sonhos
Autora: Marcia Dantas
213 páginas
Editora: Novo Romance
ISBN: 978-85-68254-20-2
Edição: 1
Ano: 2015
Gênero: Romance/drama


[AUTORA PARCEIRA]
MARCIA DANTAS nasceu e reside na cidade de São Paulo. Formada em 2012 em História - Licenciatura Plena pela UNIFAI, atua como professora da disciplina da rede de escolas estaduais. Afeita a músicas e nerdices em geral, não resiste a um bom livro e uma trilha sonora inspiradora – rock, de preferência. Também é apaixonada por muitas e muitas séries.
Tem na escrita sua paixão desde os mais tenros dias. No entanto, se considera praticante desde 2008, quando conheceu e mergulhou no mundo das fanfics que muito ensinaram sobre essa arte. Reescrevendo Sonhos é sua primeira publicação. 
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Banner que eu fiz para ajudar a divulgar
Só um aviso: nos dias 23, 24, 25, 30 e 31 o conto Desamor da autora vai estar de graça lá na Amazon. Baixe neste link.

Vocês podem baixar sem ter um kindle. Leiam esta postagem onde explico como ler os e-books da Amazon em qualquer dispositivo: 

Um abraço e até outra hora! 

15/10/2015

(Resenha) Sutilmente - Nina Spim



Não costumo fazer resenha de contos, até porque não costumo os ler muito, mas resolvi sair da minha zona de conforto. Hoje, vou resenhar o primeiro – de muitos – conto aqui no blog: Sutilmente, da autora Nina Spim. Esse conto foi o 36° e-book mais vendido da Amazon, ou seja, é um best seller, título este conquistado com mérito.
Tinha que colocar esse print! Fiquei muito feliz pela Nina.

“Eu ligo para as nuances daquilo que todo mundo ignora. Acho que é porque eu vejo cor onde não existe” 

Sutilmente é um conto com poucas páginas, onde temos a narração do primeiro encontro de duas adolescentes, Giovana e Laura. Laura é a nova garota da escola, ou seja, é a pessoa que todos querem zoar. Não sei por que, nas escolas, há sempre essa tradição patética de tornar a vida dos novatos um inferno, esse ódio é algo completamente desnecessário (desabafei aqui).

“Mas tudo o que rondava a minha mente era que você precisava aprender a encontrar-se a si mesma. Eu sei, é difícil. Nós nunca sabemos com precisão como refazer o caminho para dentro. Porque esse caminho pode ser extenso demais e, por uma distração, podemos nos perder. E se perder dentro de si mesma impede que tentemos emergir quem realmente somos”

Giovana sente um incômodo ao ver a iminente humilhação que seus amigos estão aprontando para Laura no jogo de queimado... Jogo de queimado: outra coisa desnecessária, essa brincadeira deveria ser abolida das aulas de educação física das escolas, ela é só mais um instrumento de humilhação (desabafei de novo).

O conto é escrito em primeira pessoa, pelos olhos de Giovana, o que nos permite entender todos os seus repentinos sentimento ligados à novata. Sabe aquelas coisinhas sutis do começo de um amor: sorrisos, olhares, “ois” envergonhados? Pois é, a Nina descreve tudo de uma forma tão doce, tão fofa, tão sutil. Sou apaixonada pela forma como a Nina escreve, amo seus textos, agora amo esse conto e já não vejo a hora de ler algum romance escrito por ela.
“Sempre esperamos o começo de algo: das férias, do ano letivo, da aula de ballet. Mas nunca sabemos se, no decorrer daquilo, algo ainda mais extraordinário pode acontecer. Porque o começo é apenas o primeiro passo. Todo mundo é capaz de fazê-lo. Mas há pessoas que se privam de continuar a caminhar, simplesmente porque têm receio das consequências. E encará-las é o mais difícil de se fazer.” 
A capa é a coisa mais linda desse mundo e tem tudo a ver com a história, meus parabéns à capista Alice Gonçalves e, como vocês puderam ver pelos quotes que disponibilizei nessa resenha, há certa poeticidade no conto. É tudo muito fofo, gente ^-^.

FICHA TÉCNICA
Sinopse: A escola pode ser um ambiente hostil para se fazer amizades e, ainda mais, para se apaixonar pela primeira vez. No entanto, é justamente na sala de aula que Giovana conhece a nuance e a cor do amor. Laura poderia ser a típica aluna nova amedrontada, mas seu mundo particular, cheio de certezas escondidas, nunca mais será o mesmo depois de conhecer a libertação que o novo provoca.
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Autora: Nina Spim
13 páginas
Editora: Amazon
ISBN: B015MD5TZ0
Edição: 1
Ano: 2015
Gênero: Romance



 NINA SPIM, Escritora sonhadora dotada de blue feelings. Autora de fanfics, textos avulsos, cartas destinadas ao mundo e livros originais.


14/10/2015

(Coisas de Leitor) Leia todos os e-books da Amazon sem ter um kindle




Se o título dessa publicação não foi bastante chamativo para você, leitor, então vou apelar agora: E-BOOKS GRATUITOS. E o mais importante de tudo: os e-books gratuitos da Amazon são disponibilizados com o consenso do escritor.



Para ler os e-books da Amazon não é necessário possuir o kindle, leitor de e-book. Você pode baixar o aplicativo kindle em qualquer plataforma (smartphone, tablet ou computador).
Kindle
Vou ensinar, agora, como ter o kindle em seu computador. Dá uma olhadinha no meu, já tenho mais de 400 e-books (todos baixados gratuitamente):
  1. Acesse http://www.amazon.com.br/ e crie sua conta.
  2. Agora, você irá acessar, no canto superior esquerdo, menu lojas > aplicativo gratuitos > baixe o aplicativo kindle. Ou acesse este link: https://www.amazon.com.br/gp/digital/fiona/kcp-landing-page?ie=UTF8&ref_=sd_allcat_karlall
  3. Você pode baixar o aplicativo para qualquer dispositivo, mas, como estou ensinando como colocar no computador, escolha a opção baixar. Lembrete: o aplicativo kindle está disponível no Google Play.
  4. Concluído o download, execute o programa (aplicativo kindle).
  5. Com o programa aberto, faça login usando a conta que criou no passo um.
Uma coisa bem legal: com uma só conta na amazon você pode gerenciar vários aplicativos. Ou seja, você pode ter o aplicativo em seu celular, tablet, computador, e os e-books baixados no site estarão em todos os dispositivos!

Baixar os e-books da amazon é a coisa mais simples desse mundo. Você digita o título da obra na barra de pesquisa do site e pronto, o e-book irá aparecer, em seguida clique em "Compre agora com 1-Clique". Se você quiser ver apenas os e-books que estão disponibilizados gratuitamente no site, passe o mouse sobre o menu loja > e-books gratuitos.


Quer dar uma olhada e baixar os e-books mais baixado gratuitamente da Amazon? Siga estes passos: menu lojas > e-book kindle > mais vendidos.

Agora, clique na opção "100 mais baixados grátis":

Obviamente, nenhum dispositivo irá substituir o kindle, mas dá para realizar leituras com certo conforto. Depois de instalado o programa, você pode configurar a cor das páginas, o tamanho das letras, fazer marcações no textos e etc.

Um abraço e espero que tenham gostado da minha dica! 

11/10/2015

Entrevista com Viviane L. Ribeiro, autora do livro Coração Artificial e Senhora de Dois Mundos


Olá, gente! Tive a imensa honra de ser convidada pela própria Viviane para participar do book tour da sua primeira obra, Coração Artificial. A resenha do livro já está publicada e se quiserem ler, esse é o link. 

Sinopse: Gabriel é filho de um importante magnata da indústria de órgãos artificiais, e Alicia é apenas uma estudante inteligente o bastante para ter uma bolsa de estudo na mesma faculdade privada que Gabriel frequenta. O fato é que eles nunca teriam se conhecido se Gabriel não tivesse parado para ajudar Alicia com seus livros e muito menos se aproximado tanto se não a tivesse visto cantar em um bar numa noite. Então acontece um acidente de carro. E estranhamente as pessoas próximas a eles estão tentando mantê-los afastados, e enquanto isso, eles vivem a vida naturalmente, acreditando que o acidente não trouxe nenhuma consequência para suas vidas. Mas a verdade é que estão completamente errados. 
Hoje, é o lançamento na Amazon do mais novo livro da autora: Senhora de Dois Mundos. Quem quiser prestigiar a autora, compre o exemplar AQUIA Viviane topou bater um bate-papo comigo sobre o seu primeiro lançamento, Coração Artificial, publicado pela Editora Multifoco. Fiquem agora com a entrevista:

EMC: Como surgiu a história de Coração Artificial?
Viviane: Foi a partir do filme Inteligência Artificial, por isso o mesmo segundo título (risos). Definitivamente, foi inspirado no filme, apesar de os dois não terem nada em comum. Mas eu comecei foi dele.

EMC: O que surgiu primeiro: os personagens ou a história?
Viviane: A história. Porque a personalidade dos personagens se deu – dão – de acordo com a história, pelo menos funciona assim para mim. Por exemplo, se no livro eu sei que o personagem precisa agir de tal forma, então ele não pode ter uma personalidade que não condiz com ele. É a história que molda os personagens e o que se espera deles.

EMC: Primeiramente, gostaria de dizer que a ideia de trazer uma indústria de órgãos artificias para seu livro foi genial e é um grande diferencial, pois é um assunto pouco usual nos romances/dramas. Como surgiu a ideia de trazer esse assunto (órgãos artificiais) à tona?
Viviane: Do filme Inteligência Artificial (risos). Mas também tem a ideia de transplantes, doações de órgãos e em quanta gente morre esperando por um notícia boa que talvez nunca virá.  

EMC: Você pesquisou sobre órgãos artificiais e seu avanços durante o processo de escrita? Se sim, como foi o processo de pesquisa, quais fontes usou?
Viviane: Sim, pesquisei. Mas não fui muito longe, eu só andei pesquisando pela internet. Comecei de um ponto, aí depois descobri mais coisas, coisas que poderia ter me deixado doida em querer falar sobre tudo o que encontrei, mas aí o livro ficaria pesado. Então preferi deixar só o básico mesmo. 

EMC: Pensou em dar uma continuação diferente para Coração Artificial? Se sim, seria algo MUITO diferente?
Viviane: Ah, a gente pensa. Num momento você se apega aos personagens e fala: “sério que vai ser isso mesmo?”. Mas desde que comecei, eu sabia o que aconteceria no final (assim como todos os livros na fila para escrever), então nunca tive força pra mudar o fim. A ideia original sempre prevalece.

EMC: A possibilidade de fazer uma continuação, usando o irmão da Alícia como protagonista, já passou por sua cabeça? Acho que seria legal, gostaria de vê-lo mais explorado, não que você não tenha desenvolvido o personagem, mas creio que uma história com ele ficaria muito interessante. Aliás, a ideia de uma continuação, usando-o como protagonista, foi a primeira coisa que passou em minha cabeça, após concluir a leitura.
Viviane: Você acredita que você é a quarta pessoa a me falar dele e ainda a sugeri-lo como personagem principal? Aí eu me pego pensando: “mas o que esse cara tem, afinal?” (Risos). Mas continuação, acho que não. Eu não conseguiria entrar na cabeça de um cara como o Vitor, ele é inconstante. E doidão. Mas quem sabe? Nunca diga nunca. 

EMC: Você, em algum momento nesses 3 anos que levou para escrever Coração Artificial, pensou em não publicar a história ou em desistir de concluí-la?
Viviane: Jamais. Como disse, eu nunca me desapego da ideia original, então não desistiria fácil. Coração Artificial é tudo sobre um registro. Nesses três anos, eu fiquei colocando minhas reflexões do dia a dia escondidas em meio àquelas frases. Ninguém as reconheceria a não ser eu.


EMC: Temos Gabriel, um protagonista homem, como narrador da história, isso é bem pouco usual nos romances. Geralmente, temos a visão da protagonista mulher, e é aí que os(as) autores(as), às vezes, se jogam nos floreios, no romantismo exagerado. Por que escolher Gabriel como narrador? A ideia foi de inovar ou você já começou a imaginar a história sendo narrada por ele?
Viviane: Eu queria saber como é a mente de um cara apaixonado. Posso dizer que foram os dois. Eu queria ter esse desafio de escrever sobre a perspectiva de um gênero oposto ao meu e, ao mesmo tempo, por saber o que iria acontecer, a história precisava ser narrada por ele. Ele foi uma casualidade que se mostrou importante.

EMC: Você canta e toca violão e órgão. Gabriel, o protagonista, tem a música como algo bem mais que um hobbie. A música, para você, representa o mesmo ou algo próximo? Essa relação de Gabriel com a música foi, de alguma forma, inspirada em sua relação com a música?
Viviane: Não, Gabriel ama mais do que eu. Se eu gostasse, estaria fazendo isso agora, mas abandonei os estudos, porque amei mais escrever. Mas, definitivamente, foi. Em algum momento amei a música mais do que amo agora. Projetei em Gabriel o que eu deveria ter sido.

EMC: Pretende continuar escrevendo livros nesse segmento (romance/drama) ou pensa em mudar um pouco ou até mesmo radicalmente? Conte-nos um pouco sobre suas futuras obras, trabalhos.
Viviane: Sim! Eu costumo dizer que sou uma contadora de histórias, então eu posso aparecer escrevendo ficção científica, comédia romântica, fantasia. Qualquer coisa. As ideias vêm e, quando decido que elas merecem ser escritas, eu as escrevo. Mas definitivamente é mais fácil escrever fantasia ou comédia do que drama, vem muito mais fácil e rápido. Você tem que colocar toda carga dramática em cima do drama, e as pessoas não estão na mesma sintonia, então isso pode desanimar às vezes. Agora fantasia e comédia, não. Você tem liberdade para escrever. Mas eu prefiro mil vezes ler e escrever um livro de drama. Eles têm mais sentido de existir.

Agora eu vou lançar na Amazon um livro de fantasia – que pelas minhas contas vão ser 3, embora eu não quisesse escrever uma trilogia, mas é que tem muita coisa pra contar (risos). E a avó do meu marido me pediu para escrever uma historinha baseada nela e no avô, e é tão fofo que coloquei na minha lista de livros a escrever. E então eu tenho um outro livro na lista que esse, nossa, vai ser um enorme desafio. E esse, esse vai ser minha grande aposta.

EMC: Gostaria que você falasse a primeira palavra ou frase que lhe vem à mente ao ler:
Indústria de órgãos artificiais... Esperança.
Escrever é... Ajudar pessoas e se ajudarem.
Música... É a arte de manifestar os afetos da nossa alma.
Um sonho... Sentido da vida.
Uma inspiração... Música!
Viviane por Viviane... Acima de tudo, sonhadora.

EMC: Obrigada por conceder essa entrevista e continue nos brindando com ótimas histórias. Todo o sucesso do mundo!
Viviane: Eu que agradeço, Karina! Responder sua entrevista foi muito divertido. Não adianta, escritores sempre vão gostar de falar sobre suas obras. Obrigada pela oportunidade! E obrigada pelo blog que fez para mim. Acho que nunca vou parar de agradecer.


Blog que fiz para a Viviane 

*Lá no site da autora, há um link para baixar Coração Artificial de graça. 

VIVIANE L. RIBEIRO é de Belo Horizonte (MG). Ama seus animais, seu marido e sua família. Mas acha que ama ainda mais livros, porque sempre os deixa para ler e escrever. Faz faculdade de Letras e forma no final desse ano. É colecionadora de trilha sonora de filmes favoritos e apaixonada por astronomia, apesar de não entender nada do que os astrônomos falam e não conseguir localizar uma constelação. Além dos livros, sua outra paixão é música, toca violão e orgão, mas definitivamente ama mais o primeiro.
Email: b4.viviane@gmail.com

Novo livro da autora
Sinopse: Navon é um reino passivo que se acostumou a viver em paz. Agora ele está sendo ameaçado pelo mais terrível rei e seu exército que já existiu, e seus soldados não são experientes e brutais o bastante. Estão recrutando jovens que estão com medo, soldados que não são soldados, e sabem que vão morrer.  A única pessoa indo prontamente para a guerra é Mabel, e ela é uma garota. Ela se alista no exército do rei pensando estar contribuindo em alguma coisa, e que encontra em seu caminho um jovem príncipe, um bando de caçadores de recompensa, alguns fora da lei e um improvável exército em ascensão. 

29/09/2015

(Li até a página 100 e...) Reescrevendo Sonhos - Marcia Dantas


 PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100:
“[...] estivesse fora do hospital”


DO QUE SE TRATA O LIVRO?
Após um acontecimento trágico na vida de Luciana Monteiro, a escritora se encontra em um intenso bloqueio criativo. Após a tragédia, seus livros passam a ganhar notoriedade no meio literário. A editora, visando lucrar com o repentino sucesso, envia uma agente para auxiliar Luciana a terminar sua mais nova obra, ou seja, quebrar o bloqueio criativo. O que Luciana não esperava é que Bárbara, a agente, é a mulher que sempre aparece em seus sonhos.

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?
Estou amando muito, cara! Aliás, para mim seria impossível não gostar, amo ler livros onde escritores são os protagonistas.

O QUE ESTÁ ACHANDO DO PERSONAGEM PRINCIPAL?
Me identifico bastante com a Luciana, com algumas das suas “esquisitices de escritora” e com seus hábitos metódicos.

MELHOR QUOTE ATÉ AGORA?
Os leitores às vezes menosprezam o poder que têm quando tomam uma obra na ponta de seus dedos e a consomem com afã, declarando depois as horas agradáveis que passaram na companhia daqueles personagens e suas histórias. Cada vez que um leitor afirma seu amor por uma história, é como se fosse capaz de pulsar nova vida através das veias do escritor. (Página 55)

VAI CONTINUAR LENDO?
Sem sombras de dúvidas. Quero saber como a Luciana irá sair dessa “fossa”.

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA?
“Houve um suspiro profundo do outro lado da linha”

*PERSONAGEM MARCANTE?
Impossível não citar Bárbara como a personagem mais marcante. Aparentemente, a agente seria o completo oposto da escritora, mas não é bem assim. As duas amam de forma exagerada o que fazem. E, cara, como eu cobiço o emprego da Bárbara. #InvejaDoBem.



FICHA TÉCNICA
Sinopse: Luciana sempre soube da capacidade de sua mente de criar boas histórias para os seus livros, mas jamais poderia imaginar que também poderiam surgir sonhos tão fora do comum. A escritora, que encontrou a prisão de uma crise criativa depois de uma tragédia vivida, viu nos sonhos com o rosto de uma mulher desconhecida o impulso que precisava para começar um novo livro. No entanto, a ausência de respostas para a origem da misteriosa alucinação acabou não permitindo que a história encontrasse um desfecho adequado. O que ela não poderia esperar era que a ajuda viria de Bárbara, uma pessoa enviada especialmente pela editora, cuja semelhança assustadora com a pessoa de seus sonhos fez com que as perguntas sobre os mistérios de sua mente ficassem ainda mais complexas e intrigantes. Reescrevendo Sonhos é uma história sobre barreiras que são impostas por nós mesmos. E como a mente, um lugar realmente misterioso, pode revelar mais respostas que podemos imaginar.
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Título: Reescrevendo Sonhos
Autora: Marcia Dantas
213 páginas
Editora: Novo Romance
ISBN: 978-85-68254-20-2
Edição: 1
Ano: 2015
Gênero: Romance/drama


28/09/2015

(Li até a página 100 e...) A Primeira Carta - Erivaldo Manoel



PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100:
“[..] instantes ficamos intrigados com aquilo.”

DO QUE SE TRATA O LIVRO?
A história começa com Dill recebendo uma carta de Wendel, seu grande amor, que está há muito tempo longe e em um lugar inóspito. Depois, mergulhamos em um flashback, onde iremos entender como esse amor surgiu, um amor de infância. 

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?
Estou gostando muito. A primeira Carta é um livro teen, mas ao mesmo tempo é tão maduro.

O QUE ESTÁ ACHANDO DO PERSONAGEM PRINCIPAL?
Ela é do tipo menina do bem, mas agora começou a fazer algumas burradas, mas todo mundo um dia comete algumas burradas, principalmente quem perdeu o pai tão cedo e quem tem um mãe “cabeça oca” como Arianne.  

MELHOR QUOTE ATÉ AGORA?
“Destino, uma palavra, um caminho, não sabemos na verdade o que é. Sei que não devemos subestimar sua existência, pois mesmo que não crê tem um... Afinal todos nós temos um fim. Esse seria então o significado? Viver para um fim? É um pensamento triste e que nos leva a tentar um propósito dentre milhares existentes em nossa vida, o principal deles que é fazer a vida valer à pena!” (Página 20-21)
VAI CONTINUAR LENDO?
Com certeza! Quero ver o reencontro de Dill e Wendel, além de querer entender como esse romance chegou ao ponto dos dois passarem tanto tempo separados.  

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA?
“Eu apertei o play, e Kat já se encolhia embaixo do travesseiro”

*PERSONAGEM MARCANTE?
Gostei bastante da Katrina, me identifiquei um pouco com ela no começo da história:

“Katrina, por outro lado, era a mais relaxada, cabelos soltos direto, longos e enrolados, olhos castanhos. Ela tinha um péssimo gosto para roupas. Por outro lado, era uma excelente conselheira.

Arianne já havia tentado mudá-la, mas esse era o seu jeito. O que me fez gostar ainda mais dela, pois não muda por opinião dos outros, ela é a própria opinião, se está bom par ela, está e pronto.” (Página 16)

Essa sou eu, cara (risos)! Se não fosse pelo “T”, seríamos xará. 


FICHA TÉCNICA
Sinopse: Dill Vorantin, é da cidade de Santa Luzia, localizada em São Paulo, filha de Aranne Vorantin e Viatri Vorantin. Aprender a superar desafios é um dos pontos chave do enredo, onde o amor (das diversas formas) mostra que é força inquestionável para superar as barreiras do impossível, o que move Dill a continuar seguindo seus objetivos, ainda que muitas correntes opostas se ergam contra seu sucesso. A paixão, a fé e a esperança em reencontrar o amado Wendel Stuart, guiará a jovem através das surpresas da vida, ajudando-a em seu amadurecimento como pessoa, filha, neta e mulher apaixonada. A história visa mostrar ao leitor possibilidades de se ter otimismo diante de situações desesperadoras e um olhar para os problemas enfrentados na vida, através de sentimentos escondidos nas coisas mais simples e não percebidas no dia-a-dia. Paralelo ao romance, também temos certo suspense policial diante as investigações do detetive Stevens sobre o assassinato de Miranda Sevan, mãe dos amigos próximos de Dill Vorantin – William e Katrina. Viva a expectativa de amar, apaixonar-se, confundir-se e por vezes perder-se no universo, onde palavras são insuficientes para descrever o sentimento mais confuso e complexo de todos os humanos. O amor.

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Título: A Primeira Carta
Subtítulo: Amar por paixão, é ilusão
Autor:  Erivaldo Manoel
225 páginas
Editora: O Tordo Editorial
ISBN: 978-85-68920-00-8
Edição: 1
Ano: 2015
Gênero: Romance/Drama
Compre: O Tordo Editorial (Site da editora)

Um abraço e até outra hora! 

25/09/2015

(Nova Parceria) Blog Casinha da Literatura

  

É com muita alegria que anuncio que o blog Casinha da Literatura (nome fofo) é o mais novo parceiro do blog. EBA!

O nome do blog já diz tudo sobre ele: é um blog destinado a falar sobre Literatura e tudo o que pode envolver este universo.



É isso, gente! Deem uma  passadinha lá e curtam a fanpage do blog!

Um abraço e até outra hora!

(Nova Parceria) Flávia Duduch, autora de "Para Sempre Ela"

Quero me desculpar de verdade com a Flávia Duduch. Nós firmamos parceria há muito, muito, muito tempo e, como a faculdade consome todo o meu tempo, ainda não li seu livro, nem anunciei nossa parceria aqui no blog. Então, agora, nesse exato momento, estou anunciando que a Flávia Duduch é a nossa nova parceira e seu livro, Para Sempre Ela, faz parte do Desafio: 6 livros em um mês, ou seja, tenho até o dia 23 de outubro para lê-lo e resenhá-lo. 






FLÁVIA DUDUCH nasceu em 1996 em São Paulo – SP, mas no momento, reside no interior, em Campinas, e desde que se entende por gente, inventava histórias. Começou a se aventurar no mundo das fanfics, escrevendo constantemente mesmo que ela nunca conseguisse terminá-las. E já que não conseguia terminar nenhuma fanfic, resolveu começar a escrever suas próprias histórias originais, e deu certo! Aos doze anos terminou de escrever o primeiro livro infantil, “Os Irmãos Scott”, de 80 páginas. E deu tão certo que publicou seu primeiro livro aos 17 anos, através da Editora Novo Século, intitulado Marca da Lua – Revelando o CicloEnquanto escrevia, Flávia também organizava eventos de fãs e tinha uma vida ativa na internet com o blog dedicado a Harry Potter que fechou, porque ficou concentrada apenas na escrita, ficando sem tempo para administrar o site. E em maio de 2015 o conto romântico que escreveu no inicio do ano, será publicado na antologia De Repente Nós pela editora Andross, no evento Livros em Pauta, em São Paulo – SP.

Entre em contato: 
Facebook | Twitter | Instagram 

Quando vi que a protagonista havia sofrido bullying, não me aguentei de curiosidade: solicitei uma parceria com a Flávia. Portanto, fiquem com a sinopse do livro:

Sinopse: Depois de anos sendo escolhida para ser o centro das pegadinhas e gozações no ensino médio, o tempo passa e Hannah se torna uma mulher, acima de tudo, forte. Entretanto, essa força seria suficiente para sobreviver a um tiro e descobrir que o médico que salvou sua vida é ninguém mais, ninguém menos, do que toda a fonte de seus problemas no ensino médio? Ela diz que perdoou Frank, mas Frank ainda não se perdoou por ter feito ela passar por tudo aquilo. Talvez esses sejam os motivos que fizeram Hannah deixar que ele se aproximasse, só que, diferente da última vez, agora é para sempre. Sentimentos que foram enterrados no fundo da alma de ambos irão voltar À tona... E tudo por causa de uma bala perdida que acabou acertando Hannah de raspão.



Um abraço e até outra hora! 

(Nova Parceria) Erivaldo Manoel, autor de "A Primeira Carta"

Olá, gente! Hoje vim anunciar o "novo" parceiro do blog. "Novo" com aspas, porque essa parceria já foi firmada há um tempão, só que ainda não tinha sido anunciada aqui no blog. Bem, já pedi isto em outro post, mas vou pedir de novo: Erivaldo, desculpa pelo atraso em anunciar nossa parceria (*Carinha triste* Vai me desculpar? ).


ERIVALDO MANOEL nasceu na cidade de Mauá, estado de São Paulo, no ano de 1992. Atualmente estuda pedagogia na faculdade UNIESP/FAMA. Passou por várias provas em sua vida, entretanto, segundo próprio autor, a que mais lhe causa orgulho em ter superado foi o câncer que teve na garganta, mas foi curado por Deus. Realizou serviço voluntário na biblioteca pública Cecília Meireles (Em Mauá), para cumprir o contrato com a faculdade, precisou mudar de instituição devido a distância de sua casa, e entrou para uma Associação de bairro na qual, ainda realiza as atividades voluntárias (auxílio a instituição a atender a comunidade carente). Trabalhou na Escola Municipal Cra Coralina lecionando a disciplina de fotografia no Programa Mais Educação e no mês de setembro transferiu-se para a Escola Estadual Marlene Camargo Ribeiro, lecionando alfabetização e letramento para alunos do 9º ano, através do mesmo programa. A Primeira Carta é o seu primeiro livro. Ama escrever e ler. "É realmente fascinante o mundo que podemos construir com as palavras".

ENCONTRE O AUTOR: Facebook / Blog / Site / Fanpage

O blog do autor, Renascer Literário, também é nosso parceiro (já falei disso em outro post, deem uma olhadinha lá). Agora fiquem com a sinopse do livro:

Sinopse: Dill Vorantin, é da cidade de Santa Luzia, localizada em São Paulo, filha de Aranne Vorantin e Viatri Vorantin. Aprender a superar desafios é um dos pontos chave do enredo, onde o amor (das diversas formas) mostra que é força inquestionável para superar as barreiras do impossível, o que move Dill a continuar seguindo seus objetivos, ainda que muitas correntes opostas se ergam contra seu sucesso. A paixão, a fé e a esperança em reencontrar o amado Wendel Stuart, guiará a jovem através das surpresas da vida, ajudando-a em seu amadurecimento como pessoa, filha, neta e mulher apaixonada. A história visa mostrar ao leitor possibilidades de se ter otimismo diante de situações desesperadoras e um olhar para os problemas enfrentados na vida, através de sentimentos escondidos nas coisas mais simples e não percebidas no dia-a-dia.  Paralelo ao romance, também temos certo suspense policial diante as investigações do detetive Stevens sobre o assassinato de Miranda Sevan, mãe dos amigos próximos de Dill Vorantin – William e Katrina. Viva a expectativa de amar, se apaixonar, confundir-se e por vezes perder-se no universo, onde palavras são insuficientes para descrever o sentimento mais confuso e complexo de todos os humanos. O amor.
Adicione ao skoob aqui
Título: A Primeira Carta
Subtítulo: Amar por paixão, é ilusão
Autor:  Erivaldo Manoel
225 páginas
Editora: O Tordo Editorial
ISBN: 978-85-68920-00-8
Edição: 1
Ano: 2015
Gênero: Romance/Drama
Compre: O Tordo Editorial (Site da editora)

Gostei bastante da premissa do livro, amo dramas (só em livros, tá?), mas o que chamou atenção inicialmente foi a frase da capa: "Amar por paixão, é ilusão". Gosto bastante quando um autor diferencia em suas obras o amor da paixão. 

O livro já chegou aqui e já comecei a lê-lo. Lembrado que esse livro faz parte da Desafio: 6 livros em um mês, ou seja, tenho até o dia 23 de outubro para lê-lo e resenhá-lo. Aguardem a resenha ;) 

Um abraço e até outra hora!

PS: O Erivaldo Manoel anunciou a nossa parceria lá no blog dele, deem uma olhada , achei o post tão fofo! Cada palavrinha ficou guardada no S2.




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