16/11/2013

Tema: Países de terceiro mundo devem exercer controle sobre a natalidade?




Religião versus crescimento econômico

O que se vê na maioria das vezes em países subdesenvolvidos são famílias com muitos filhos, o que gera um grande déficit na renda domiciliar. Com o Estado intervindo na natalidade, problemas como este e outros estariam resolvidos. Entretanto, o assunto é polêmico por interferir na consciência religiosa das pessoas e, portanto, devem ser considerados seus prós e contras.

Uma vantagem desta política a ser analisada é a de que programas como Bolsa Família e Brasil Carinhoso, que visam a erradicação da fome e miséria em nosso país, seriam melhor distribuídos e aproveitados. Outro campo que se beneficiaria do controle de natalidade seria o educacional, pois o ingresso a universidades e escolas seria mais fácil e não haveria tantos analfabetos.

Em contrapartida, as religiões suas estoicas doutrinas contra o uso anticoncepcionais, seriam uma barreira para a aplicação desta política. Estar em um país laico, como o Brasil, exige das pessoas e do Estado uma postura flexível, ou seja, uma postura que atenta a todos e que não desrespeite o direito ao livre exercício da religião.

Tomar uma posição diante do controle de natalidade se torna uma tarefa difícil. Esta política seria uma resposta pragmática aos diversos problemas que assolam os países subdesenvolvidos.

Fiz uma enquete aqui no blog e quatro pessoas votaram. Duas disseram que deveria ser feito o controle de natalidade e duas responderam que não deveria ser feito o controle de natalidade e ninguém desse que é necessário, mas é antiético.

E vocês o que acham? Deixe nos comentários sua postura frente ao controle de natalidade. 


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